Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

John Cale, music for a new society

publicado por rolandoa às 23:33
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Quarta-feira, 23 de Julho de 2008

Tomem lá seus pudicos

 

Esta canção vale pela homenagem que constitui como provocação ao pudor e hipócrisia. E vale sobretudo pela provocação à mentalidadezinha que por aí anda. Aos preconceitos também apetece gritar. Que mais dá?

publicado por rolandoa às 20:26
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008

Love Vs Evol

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Evol ou Love, se lido ao contrário, este é um dos melhores trabalhos de sempre dos Sonic Youth. Fere bem, mas é sem dúvida um grande entre grandes albúns da longa carreira dos norte americanos. E é também a minha grande referência. Recordo aqueles trintões que falavam dos Doors como a música do seu tempo. Apesar da estúpidez do comentário, se eu tivesse de falar de uma música do meu tempo, essa seria com certeza a dos Sonic Youth.

publicado por rolandoa às 23:58
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Domingo, 20 de Julho de 2008

Dim Stars

Os Dim Stars são um grupo rock alternativo da década de 90 que reúne os interessantes Richard Hell – Voidoids, Thruston Morre e Steve Shelley dos Sonic Youth e Don Flemming dos Gumball. Para recordar.

publicado por rolandoa às 11:23
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Sábado, 19 de Julho de 2008

Cuidados a ter num concerto dos Prodigy

Não estive presente no festival Marés Vivas, em Vila Nova de Gaia, mas o meu irmão mais novo, Rui Almeida fez o favor de me enviar estas proezas que fotografou e que circundavam o espaço onde os Prodigy actuaram. Imaginem então a descarga electrica que ali se passou. Nunca vi os Prodigy ao vivo, apesar de apreciar muito a sua obra, mas já vi os Atari Teenage Riot e há quem diga que os Prodigy ao lado desses só causam uma faísca suave. O concerto foi ontem à noite. Obrigado Rui.

publicado por rolandoa às 20:32
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Terça-feira, 15 de Julho de 2008

Einsturzende Neubauten

Há dois acontecimentos musicais dos quais tenho uma vaidade insuportável, ter visto duas vezes os Einsturzende Neubauten ao vivo e duas vezes os Sonic Youth (de que falarei mais adiante). Os Neubauten vi-os, pela 1ª vez, na Voz do Operário em Lisboa. A segunda foi no festival de Arcos de Valdevez, onde vi também os Death In Vegas e os The Fall de Mark E. Smith, uma figura que admiro muito. Como na altura fazia rádio, tive acesso aos VIPS e cruzei-me com os Neubauten e ainda hoje me arrependo de ter bebido tanto Jameson que mal me recordo das palavras trocadas. Devia era ter feito como quando vi os Blur, ainda mal se falava neles. Abraçei o Damon e tirei uma foto para a posteridade. Curiosamente, na altura, até perguntei ao Damon (esse sim bem avançado na alcolémia) se gostava dos Neubauten, ao que ele respondeu "i don`t like german music". Acho que ele cresceu um bom bocado desde aí. Este album dos Neubauten conheci-o tinha eu uns 15 ou 16 anos. Comprei na altura uma cópia em vinil e não me cansava da abertura com o "feurio".

publicado por rolandoa às 00:39
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Sábado, 12 de Julho de 2008

Mais uma lista

É verdade, o mundo não seria o mesmo sem o Never Mind the Bollocks e os Sex Pistols. Nunca me cansei de ouvir este disco. É um grito que tem tanto de urgente, como de gracioso. Para acompanhar deixo a referência à obra de Greil Marcus, publicada entre nós na Fenda, Marcas de Baton, História secreta do sec. XX, a história contada a partir dos Sex Pistols e do Situacionismo de Guy Debord. E é muito interessante a ideia de ver o mundo pela janela dos Pistols e de Debord.

Já que começei pelo activismo sobnoro, aqui fica a referência a um dos discos da obra máxima dos Deviants de Nick Farren, uma versão mais intelectual do anarco musicalismo. Os Deviants tem uma carreira longa e um som muito característico.

A sério que me apetecia meter aqui o Requiem do Mozart e terminar com o From Enslavement to obliteration dos Napalm Death. Era uma demonstração de forças para os mais conservadores. Mas só pelo trabalho que me dava arranjas as capinhas dos albúns, desisti da ideia, que muito me agrada. Mas fica aqui o seminal disco homonimo dos Suicide de Alan Vega e Martin Rev, o tal que viria a ser decisivo para a carreira dos Spaceman 3, que constantemente lhe fez tributo.

Para mim indicar um disco dos CAN é demasiado redutor. Qualquer disco dos CAN é um laboratório de ideias sonoras, pelo que qualquer disco é diferente do outro. Tenho alguma dificuldade em saber qual o melhor entre os melhores, mas sempre gostei do Tago Mago.

 

Pronto, para a próxima levam com Motorhead e Carlos Zíngaro!!!

publicado por rolandoa às 18:02
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Captain Beefheart

Gosto tanto do trabalho de Van Vliet nos Captain Beefheart que se poderia comparar ao culto prestado por muitos a Frank Zappa. Pssoalmente gosto mais dos Captain Beefheart, apesar de reconhecer a estupidez da comparação, pois posso gostar dos dois projectos considerando-os do melhor que o rock nos ofereceu na década de 70. Dos Captain, este é o meu disco preferido. Talvez mais tarde uns Buthole Surfers tenham bebido aqui muito da sua inspiração. Trout Mask Repilica é um conjunto de sons muito estimulantes e bem conseguidos.

publicado por rolandoa às 17:49
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Joy Division

Quando falamos de arte temos sempre a tendência em usar adjectivos para arrebatar objecções. E isto porque as experiências artísticas lidam com as nossas emoções. Na verdade sofro dessa tendência quando falo do closer. É mesmo arrebatador, este disco.

publicado por rolandoa às 01:20
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Quinta-feira, 10 de Julho de 2008

Aphex Twin e Chris Cunningham

 

Já tem cerca de 10 anos, mas vale a pena revisitar este clip que é uma obra de arte impar. Reune os talentos de Richard D James (Aphex Twin) e o realizador de video arte Chris Cunnungham.

publicado por rolandoa às 21:28
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Meira Asher

A música da israelita Meira Asher não é pêra doce! Mas estes dois discos enfiaram-me um bom murro no estômago! Para quem procura experiências sonoras muito fortes, com um pé no folclore.

publicado por rolandoa às 11:19
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Algumas recuperações

Asian Dub Foundation, Rafi`s revenge

Jon Spencer Blues Explosion, orange

Beattles, revolver

Michael Nyman, the cook, the thief, her wife and the lover

 

Mesmo antes de me virar para as experiências sonoras mais radicais, que podem ir desde Merzbow até aos Pan Sonic, recupero uns discos de audição ainda mais que satisfatória. Já tive a oportunidade de saborear todos estes nomes ao vivo, o que é para mim uma grande felicidade. Todos? Então.... e os Beattles???? Bem, esses vi-os num formato substancialmente diferente, em Barcelona, 2005 ou 2006, mas em marionetas em plena Rambla. Escolhi o revolver porque ainda é o grande (e único talvez) disco dos Beattles.

publicado por rolandoa às 00:47
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Quarta-feira, 9 de Julho de 2008

Fleet Foxes

O album dos americanos Fleet Foxes não me sai da cabeça estes dois últimos dias. Há aqui muito de Neil Young e do Cowboy. Vale mesmo a pena escutá-lo. Canções densas, com uma voz de luxo. Boa música.

publicado por rolandoa às 15:52
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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

13th Floor Elevators

Já há muito tempo que não encontro aquela espécie de rednecks tugas com considerações como "a música do meu tempo é que era boa", sempre a pensar, ora nos Doors, ora nos Stones ou Floyd. Os 13th Floor Elevators não são música do meu tempo. Quando nasci, já eles não existiam há muito tempo. Mas são música que justifica sons de todos os tempos. Uma das minhas grandes descobertas que me ajudou a compreender algumas decadas de rock.

publicado por rolandoa às 01:57
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My bloody valentine

Não quero ser saudosista. Se este albúm tivesse saído ontem, de certeza que iria gostar dele. Mas, já agora, na onda dos discos que ouvi com 15 anos, aqui vai mais uma pérola noise, os My Bloody Valentine. Creio que falta aqui juntar o "evol" dos Sonic Youth e algo dos Dream Sindicate. Nesta altura, os alternativos andam todos numa de Cure e Smiths, boas bandas por sinal. Mas foi necessária alguma capacidade solitária para viver os meus 15 anos com estes discos, isto para já não falar noutros como Einsturzende Neubauten, Diamanda Gallás, Von Magnet, Cranioclast, Current 93... Juntei dinheiro durante 6 meses para comprar este isn`t anything, na altura uma cópia em vinyl que ainda conservo. Mais tarde comprei em CD pela internet. O Vinyl comprei-o na extinta Tubitek, a loja de discos mais querida da malta da música do Porto. Na altura comprei mais dois discos: guitar and the other machines dos Durrutti Column e california dos American Music Club (outro disco marcante).

publicado por rolandoa às 00:15
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Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

Spaceman 3

A ideia de regressar a este disco é-me muito agradável. Tenho uma história muito engraçada em relação a playing with fire. Conheci o album por intermédio de um single, "revolution" que rodava via video clip num programa inglês, "Rock in the uk» que passava às sextas à tarde na RTP2. Tinha eu 15 anos, andava a estudar e vinha a correr da escola para ver os videos de House of Love, Charlatans, Spaceman 3 ou os Front 242. Além do "sete mares" programa de rádio de Sofia Alves, onde ouvia Massive Attack ou Go Betweens , pouco mais existia, isto considerando o insuperável "som da frente" daquela voz inconfundível do homem que nunca me conheceu, mas que mais companhia me fez durante a adolescência, o António Sérgio. Hoje em dia com a internet esta informação soa ridícula, mas estes pedaços, antes da massificação, eram de ouro. Cheguei a ter uma gravação em cassete do Palying with fire (é provável que ainda a tenha algures). Como a cassete era de 60 minutos, gravei um disco de cada lado e ficava-se sempre com os albuns incompletos. Não havia dinheiro para fitas cromadas, de modo que estas canções se ouviam com um ruído de fundo muito irritante (hoje não se sabe o que é isso com os modernos mp3). "Revolution" era para mim - e ainda é - uma canção que correspondia à intensidade do mundo, da vida. Bem, isto é vago, mas a canção afectou-me logo com um murro no estomago. Estas coisas tornavam-se mais especiais porque a maior parte dos miúdos não viam na canção senão mais do que mero ruído. O mais impressionate de "revolution" é que ainda hoje me arrepio todo quando a ouço. Esta canção representa para mim o grito derradeiro por um mundo melhor. Mais tarde soube que a canção gerou muita discordia na banda, uma vez que nos concertos, os fãs só se interessavam pela experiência sonora impressionante que é ouvir a canção. Voltando ao disco: mais tarde, com 18 anos, quando fui para Lisboa estudar filosofia, passei pela recém aberta Virgin Megastore nos Restauradores e escondi o disco. O disco andou lá escondido cerca de 2 anos. Sempre que passava ia lá vigiar se o disco ainda se encontrava atrás dos outros todos, muito escondido. Até que um dia lá tive os 3 contos para o comprar e fui lá comprá-lo. Ainda é o disco que tenho. Esta é uma história de devoção juvenil, de idolatria, mas de uma idolatria ideológica, como há muitas, felizmente. Seja como for, ainda com 16 ou 17 anos descobri a obra dos Suicide e rapidamente percebi que os Spaceman 3 lhes herdaram a musicalidade. Ainda assim os Spaceman 3 são das bandas mais inventivas dos anos 80 e o Playing with fire é dos discos que mais prazer ainda me dá ouvir de tão violentamente sereno e psicadélico que é. Estes tesouros fizeram de mim um adolescente muito mais feliz.

publicado por rolandoa às 23:38
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Amón Tóbim

Capa dura!!! Este EP compõe a BSO para um filme que, ao que já vi, é dos bons. Há uns anos vi o Amón Tóbim ao vivo. Nada de especial. Mas a sua obra em disco é monumental. Este brasileiro viveu já em várias cidades pelo mundo fora, incluindo o Funchal, na Madeira, onde esteve 2 anitos.

publicado por rolandoa às 01:59
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N.E.R.D.

Um belo disco, este novo dos N.E.R.D.

publicado por rolandoa às 01:45
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